Natimorta, a lei que tornou obrigatório o “teste da orelhinha” não pegou. O Senado tenta ressuscitá-la informando aos pais que ela existe.

Além do spot para rádio e do filmete para TV, serão distribuídos folhetos aos pais e aos médicos. O esforço talvez dê em nada.

A maioria dos hospitais públicos brasileiros nem dispõe do equipamento necessário à realização do teste –um fone que gera estímulos sonoros e mede a reação dos bebês.

No Brasil, as grávidas pobres já se dão por satisfeitas quando encontram um leito para parir. Muitas vêem-se constrangidas a dar à luz no corredor.

Previsto na Constituição, o SUS convive com a moléstia do subfinanciamento. Falta dinheiro e sobram desvios.

Certo estava Genolino, o amigo de Otto, que Sabino imortalizou: lei é feito vacina… Bons tempos aqueles. Hoje, nem Constituição pega!

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Escrito por Josias de Souza às 15h32

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