Cinco golpes que as pessoas mais caem: como se prevenir

O POVO Online conversou com um especialista em crimes digitais e com a Polícia Civil para saber quais as orientações quando se é vítima de um golpe, ou, principalmente, como evitar cair nele

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foto: Rafael Cavalcante, em 22/10/2010
 
. O que a gente orienta é que as pessoas denunciem. E antes disso, não se precipitem em depósitos até a confirmação do banco”, explica.

Os cinco golpes que as pessoas mais caem
O especialista Wanderson e o delegado Jaime listaram os cinco golpes mais comuns, atualmente:
1. Sites falsos
2. E-mails com arquivos e links maliciosos
3. Depósitos Fantasmas
4. Caixas adulterados
5. Consignados (financiamentos de veículos e cartões solicitados mediante fraudes)

Como se prevenir

Wanderson explica que é preciso estar bem atento aos golpes que são aplicados na Internet, deixando sempre o computador e antivírus atualizados. Além disso, ele cita a importância de ler matérias que meios de comunicações confiáveis publicam para que as chances de você ser a próxima vítima sejam menores.

Confira o bate-pronto:

O POVO – De acordo com seu conhecimento sobre segurança bancária, existe algum banco que ainda está à margem, no quesito segurança? E qual o mais confiável atualmente?
Wanderson Castilho – As instituições bancarias brasileiras são as mais seguras do mundo, devido a alta capacidade de golpes que o bandidos empregam, fizeram que os bancos ficassem cada vez mais rígidos quanto a isso.

OP – O De uma maneira geral, o sistema bancário brasileiro é suficientemente seguro para o cliente?
WC – Sim. O elo mais fraco sempre será o usuário, pois esse sempre tem menos recursos e conhecimentos sobre os novos golpes aplicados.

OP – O que dá segurança nas compras ou transações online?
WC – A criptografia aplicada no site, ou seja https, seu computador protegido e o usuário com conhecido no que esta fazendo.

OP –
Que tipo de informação pessoal um banco pode vir a pedir através de SMS, Internet, ou por telefone?
WC – Nenhum. As instituições bancárias evitam a pedir informações pessoais por estes meios. No máximo elas pedem para você confirmar as informações que já possue, exemplo, completa o seu CPF, quando a atendente já disse os primeiros números. E caso ainda, alguma instituição requisite informações pessoais por estes meios, prefiram ir na agência pessoalmente.

OP –
Em que situação o usuário pode confiar num mediador de alguma transação bancária?

WC – Apenas quando a instituição bancária confirmar esta informação, e guarde esta confirmação, que pode ser por e-mail, ou protocolo de atendimento. Você tem que se certificar de que o site é daquela instituição. Qualquer dúvida, não faça a transação.

Redação O POVO Online

 

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