Pelas alianças construídas, Eduardo Campos foi o candidato com maior dificuldade de inserção no Sudeste. Além dos palanques divididos que Campos construiu em São Paulo e no Rio, em Minas Gerais, o pernambucano terá a candidatura socialista do ex-deputado federal e ex-prefeito de Juiz de Fora Tarcísio Delgado com poucas chances de vitória. Dilma terá em São Paulo, além do palanque petista liderado pelo ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o apoio do peemedebista Paulo Skaf.

Vantagem relativa

Enquanto petistas comemoram a quantidade de palanques fechados, os tucanos fazem questão de ressaltar que as candidaturas de oposição nos estados apresentam maior robustez. “Tem que avaliar direito porque o quantitativo não significa ser mais forte”, disse Antônio Imbassahy (BA), líder da bancada tucana na Câmara. “No contexto nacional temos palanques mais robustos, conseguimos as melhores alternativas. Como o próprio Aécio disse, fechamos o plano A em 90% dos estados”, disse o deputado.

“Conseguimos uma aliança ampla não só no Sudeste, mas em todas as regiões, com palanques fortes”, disse Alberto Cantalice, vice-presidente nacional do PT.

No Nordeste, região que era considerada como um grande obstáculo ao tucano, alianças fechadas com o DEM e com o PMDB permitiram que Aécio abocanhasse uma importante fatia dos palanques. No caso da Bahia, por exemplo, quarto colégio eleitoral brasileiro, com 7,1% dos eleitores do país, Aécio conseguiu fechar uma frente ampla, com apoio do prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto, para a eleição do ex-governador Paulo Souto (DEM) ao governo do Estado.

Dilma ficará com o palanque liderado por Rui Costa (PT), costura feita pelo governador Jaques Wagner. Já o PSB lançará a candidatura da senadora Lídice da Mata (PSB) como palanque para Eduardo Campos. No Ceará, diante da opção de Dilma de, preferencialmente, caminhar com o grupo político liderado pelo governador Cid Gomes (PROS) e seu irmão Ciro, o peemedebista Eunício Oliveira abriu o palanque para Aécio Neves ao se coligar com o PSDB e dar a vaga para a disputa ao Senado para Tasso Jereissati. Os tucanos comemoraram muito não apenas o acordo com Eunício, mas falam com empolgação do acerto no Maranhão, Piauí e Rio Grande do Norte, estados em que o PSDB teve dificuldades em fechar suas alianças.

Leia tudo sobre:eleições 2014PSBPTPSDBPalanques estaduais
GOL!
×
[googlemaps https://adserver.ig.com.br/RealMedia/ads/adstream_sx.ads/www.ig.com.br/blocoeditorial/copa/toaster@x30%21×30″ width=”88″ height=”31″ frameborder=”0″ marginwidth=”0″ marginheight=”0″ scrolling=”no”>

Acompanhe AO VIVOTecnologia Real Time

ver mais antigos

comentários

fechar ×